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Publicado em 02/05/2019 em Outras notícias

Com Bolsonaro, desemprego tem mais uma alta e atinge 13,4 mi de brasileiros

Com Bolsonaro, desemprego tem mais uma alta e atinge 13,4 mi de brasileiros

No primeiro trimestre deste ano nenhum setor contratou e taxa de desempregados chegou a 12,7% dos brasileiros, segundo dados do IBGE

No primeiro trimestre do governo de Jair Bolsonaro (PSL), o desemprego atingiu 13,4 milhões de brasileiros. O percentual chegou a 12,7% da população economicamente ativa com a segunda alta registrada este ano.

Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados nesta terça-feira (30). O levantamento mostra ainda que nenhum setor da economia registrou contratações.

Os números desmascaram Bolsonaro que, em campanha, afirmou que criaria 10 milhões de vagas de trabalho. Além de não fazer nada pra cumprir o que disse, tem adotado uma série de medidas que terão impacto desastroso para geração de empregos.

A primeira delas é sua pauta prioritária: a reforma da Previdência. Se aprovada, a proposta vai acabar com o sistema público de aposentadorias, um dos principais instrumentos de distribuição de renda no país. A medida traz impactos negativos para economia e pode encerrar 450 mil vagas por ano.

Bolsonaro também congelou investimentos do Minha Casa Minha Vida. O programa criado no governo Lula garantiu o sonho da casa própria a milhares de brasileiros e movimentou a construção civil, um dos setores que mais emprega no país. A avaliação da presidenta nacional do PT, deputa Gleisi Hoffmann é de que isso significa “ desemprego em massa”.

A previsão do setor é de demitir 50 mil trabalhadores. Isso é resultado direto da agenda liberal do ministro da Economia, Paulo Guedes, e de Bolsonaro: desemprego e fim do sonho da casa própria para o povo – ressalta Gleisi

Subutilização da força de trabalho é recorde

A taxa de subutilização da força de trabalho e o número de trabalhadores que se encontram nessa situação atingiram os recordes da série histórica iniciada em 2012 pelo IBGE. A taxa chegou a 25% o que representa 28,3 milhões de trabalhadores.

O indicador caracteriza aqueles que estão subocupados. Ou seja, tem carga horária inferior a 40 horas semanais, mas têm disponibilidade e gostariam de trabalhar mais.

Já o número de desalentados – que desistiram de procurar emprego, é de quase 5 milhões de brasileiros. O  índice pode ser influenciados por diversos fatores, inclusive notícias sobre instabilidade política e econômica do país.

Da Redação da Agência PT de Notícias

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